O final do dia é às 24h. Tendo acordado às 16h, a metade do tempo transcorrido foi 8h. Desta forma, 16 + 8 = 24.
Para descobrir o número de cartas que sobraram no monte, devemos diminuir o número total de cartas do número de cartas que foram utilizadas nas 7 colunas. O número total de cartas utilizadas nas colunas é encontrado somando-se as cartas de cada uma delas, deste modo, temos: 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 = 28 Fazendo a subtração, encontramos: 52 - 28 = 24
I. Um triângulo. Três lados. II. Um paralelogramo. Quatro lados. III. Um triângulo. Três lados. IV. Um pentágono. Cinco lados. V. Um triângulo. Três lados. Após um triângulo, aparece uma figura com mais um lado: 4 lados, 5 lados, ... Desta forma, a sexta figura deve possui 6 lados para seguir a sequência, sendo a opção b.
Como a primeira tartaruga andou 30 metros por dia, em 16 dias terá percorrido: 16 . 30 = 480 metros Para descobrir quanto tempo a segunda tartaruga levará para percorrer os 480 metros, basta dividir pelos 20 metros percorridos por dia, assim temos: 480 : 20 = 24 dias Assim, o tempo de espera da primeira tartaruga será: 24 - 16 = 8
Como entre um sábado e outro temos o intervalo de 7 dias, vamos dividir os 90 por 7 para saber quantas semanas teremos nesse intervalo. O resultado dessa divisão é 12 semanas e sobram 6 dias. Contando seis dias a partir de sábado, temos a sexta feira.
Apenas um suspeito mente e os outros dizem a verdade. Assim, há uma contradição entre a declaração de João e de Carlos. 1ª opção: Se João diz a verdade, a declaração de Pedro pode ser verdadeira, a de Carlos seria falsa (por ser contraditória) e Paulo estaria falando a verdade. 2ª opção: Se a declaração de João for a falsa e a declaração de Carlos for verdadeira, a declaração de Pedro pode ser verdadeira, mas a declaração de Paulo teria que ser falsa. Logo, seriam duas declarações falsas (João e Paulo), invalidando a questão (apenas uma falsidade). Assim, a única opção válida é João dizer a verdade e Carlos ser o criminoso.
As letras a e c indicam informações sobre Fulano. Contudo, a informação que temos é sobre os alunos de Fulano, e, portanto, não podemos afirmar nada a respeito de Fulano. A letra b fala sobre Roberto. Como ele não é aluno de Fulano, também não podemos afirmar se é verdade. A letra d fala que Carlos não foi aprovado. Como todos os alunos de Fulano foram aprovados, logo, ele não pode ser aluno de Fulano. Assim, essa alternativa é necessariamente verdadeira. Por fim, a letra d também não está correta, pois não nos foi informado que só os alunos de Fulano que foram aprovados.
Considerando as informações, temos: Sebastião > Raimundo => Sebastião não é o mais novo e Raimundo não é o mais velho Francisco < Paulo=> Paulo não é o mais novo e Francisco não é o mais velho Paulo > Raimundo => Paulo não é o mais novo e Raimundo não é o mais velho Sabemos que Paulo não é o mais novo, mas não podemos afirmar que é o mais velho. Assim, a alternativa "a" não é obrigatoriamente verdadeira. O mesmo podemos dizer das letras b e c, pois sabemos que Raimundo e Francisco não são os mais velhos, mas não podemos afirmar que são os mais novos. Portanto, a única opção que é obrigatoriamente verdadeira é que Sebastião não é o mais novo.
Como Bruno é o terceiro da fila e não está em posição consecutiva de Carlos, logo, Carlos só pode ser o primeiro da fila. Alice então, só pode ser a última, pois não está entre Bruno e Carlos. Com isso, a segunda da fila só pode ser Denise.
A questão apresenta uma proposição condicional do tipo "Se..., então", apesar do conectivo "então" não aparecer explícito na frase. Neste tipo de proposição, podemos apenas assegurar que quando a frase entre o se e o então for verdadeira, a frase depois do então também será verdadeira.